O erro não veio do sistema.
Veio de nós.
E, no começo, foi pequeno demais para ser percebido como ameaça.
Só… um desalinhamento.
Sutil.
Quase imperceptível.
Mas suficiente.
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O dia começou como todos os outros desde o recuo.
Silêncio estratégico.
Movimentos calculados.
Olhares que diziam mais do que palavras.
E nós…
Alinhados.
Ou pelo menos…
Parecendo.
— Ele mudou o padrão — Arthur disse, sem me olhar.
A voz baixa.
Controlada.
Mas diferente.
Inclinei levemente a cabeça.
— Quem?
— O terceiro.