Sabrina Duran
Se você me visse hoje, comandando o L’Éclipse com meu salto quinze, batom vermelho "pare de trânsito" e um rádio no ouvido dando ordens para seguranças que têm o dobro do meu tamanho, você acharia que eu nasci dona do mundo. O brilho dos neons, o tilintar das taças de cristal de mil dólares e o perfume caro que impregna as paredes da boate de luxo mais exclusiva de São Paulo são o meu habitat natural. Foi aqui, entre uma dose de uísque e uma batida de graves, que eu vi o Lian Bian