114: No Covil do Demônio

MIA

O ar da mansão era diferente. Denso. Quase palpável, como se cada parede tivesse olhos, e cada sombra, ouvidos.

Eu dei os primeiros passos como quem atravessa um campo minado, consciente de que cada gesto seria observado. Analisado. Julgado.

O silêncio era cortante, mas não tanto quanto o homem que me aguardava.

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