O sonho ainda grudava na minha pele quando acordei.
Ive.
Sempre ela, pior do que maconha quando bate na mente.
No sonho, ela estava daquele jeito que me tirava do eixo: rindo de canto, me provocando, vindo na minha direção como se soubesse exatamente o efeito que causava em mim. Acordei no meio da madrugada com o corpo quente e a cabeça uma bagunça do caralho.
— Porra... — rosnei, passando a mão no rosto.
Levantei da cama irritado comigo mesmo. Aquela mulher tinha voltado pro morro fazia nem do