O estilhaço do celular no chão era o único som que restava no escritório, além da minha respiração pesada. Eu sentia o sangue pulsar nas têmporas, uma batida rítmica que gritava o nome dela. Ive.
A porta abriu novamente e o JP, meu braço direito e o cara que cuida da logística pesada, entrou com uma pasta na mão. Ele parou no meio do caminho, olhando para os restos do meu aparelho na parede e para o clima de guerra que estava instalado.
— Diego, a hora é agora — JP começou, tentando manter o to