&Beatrice&
As mesas estavam começando a esvaziar quando ouvi uma voz arrastada de um dos primos dos Morunaga. A noite já havia se estendido o suficiente para que muitos copos, inclusive o meu, estivessem vazios. Eu não costumava beber, mas a ocasião era uma exceção e o vinho estava suavemente embriagador.
— Então, Beatrice — começou ele, a voz embriagada e o olhar carregado de curiosidade. — O que uma jovem tão encantadora está fazendo com um recluso como este homem?
Reconheci-o como um dos pri