Eu digitei a mensagem com dedos trêmulos: TEM HOMENS NA CASA E NÃO SEI ONDE ESTÁ RYUU. PRECISO DE AJUDA.
As palavras piscavam na tela, carregadas de pavor, mas apertar “enviar” foi como jogar uma âncora num mar de terror. Eu joguei o telefone na cama, o corpo rígido de medo, enquanto o som abafado de passos do lado de fora me lembrava do quão frágil era o tempo que eu tinha. Não podia falar. Qualquer som que eu fizesse poderia ser minha sentença de morte.
Levantei-me, indo até o guarda-roupa. M