Senti um toque suave no meu braço. Era Ryuu, sacudindo-me levemente para acordar, quando chegamos à casa da família Carbone. Pisquei algumas vezes, os olhos ainda embaçados de sono, enquanto ele me ajudava a sair do carro. Apertei sua mão, tentando suprimir os bocejos. Meu foco estava disperso, mas, mesmo assim, a familiaridade daquela casa de estilo italiano diante de mim trouxe uma onda de nostalgia. O telhado baixo, as janelas amplas, tudo ainda do jeito que eu lembrava. Nada havia mudado.
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