A porta do elevador finalmente se abriu e Luana não esperou nem um segundo. Saiu apressada, tropeçando nos próprios pés, sem sequer ter certeza se estava no andar certo. O alívio só veio quando reconheceu o tapete em frente à porta do seu apartamento. Seria um vexame sair correndo daquele jeito e ainda errar o andar. Caminhou rapidamente até a porta, ignorando o homem que prometera acompanhá-la. Naquele instante, torcia para que ele tivesse ficado no elevador e desaparecido.
Parou em frente à p