Rostos e Máscaras
O elevador abriu com um som suave, e Eloise desceu até o saguão.
O ambiente ainda estava cheio — o som dos passos, do telefone tocando e das portas automáticas criando uma rotina quase hipnótica.
Ela foi direto até o balcão da recepção.
— Obrigada, Maria. — disse, pegando o celular esquecido.
— De nada, senhora Nogueira. — respondeu a recepcionista, sorrindo.
Eloise ajeitou a bolsa no ombro e se virou para o elevador.
Mas antes que desse o primeiro passo, uma voz famili