Ricardo pegou Nathália no colo, arrancando dela um riso entre beijos.
Caminhou até a cama estreita do chalé, puxou o lençol com uma mão e a jogou ali com cuidado — antes de se deitar sobre ela outra vez, tomando-lhe a boca sem pressa.
Admirou.
Ela sorriu para ele.
Com aquele olhar lento.
Provocador.
O tipo de olhar que dizia que ainda havia fogo demais ali para a noite acabar.
Ricardo começou pelas botas.
Depois o vestido.
Deslizou cada peça pelo corpo dela com calma deliberada, sem tirar os olhos de Nathália um segundo sequer.
Como se quisesse memorizar.
Quando ela ficou nua sob ele, respirou fundo.
A mão percorreu sua pele.
O pescoço.
A cintura.
E então se encaixou nela, fazendo-a arquear o corpo ao primeiro movimento.
— Eu te amo… — murmurou, perto demais.
O nascer do sol começava a tingir o quarto de dourado quando os dois passaram a se mover juntos, sem ritmo apressado, só entrega.
Nathália tomou o controle.
Virou sobre ele.
Cabelo solto caindo pelos ombros.