A Verdade ou a Armadilha
O carro parou em frente a um prédio simples, afastado do centro da Cidade Norte.
Do veículo, um homem de capuz desceu apressado, carregando a caixa nos braços.
Subiu as escadas de dois em dois degraus, o suor escorrendo pela testa apesar da noite fria.
Ao entrar no apartamento apertado, jogou a chave sobre a bancada e pousou a caixa sobre a mesa de madeira gasta. A respiração vinha rápida, mas os olhos brilhavam com a falsa sensação de dever cumprido.
Pegou o