O primeiro som que Emma percebeu foi um bip.
Regular.
Constante.
Bip…
bip…
bip…
Ela tentou abrir os olhos.
A luz parecia forte demais.
O corpo… pesado.
Como se cada músculo tivesse sido esquecido por horas.
Emma piscou devagar.
O teto branco apareceu primeiro.
Depois o cheiro.
Hospital.
Ela tentou mover a mão.
Uma fisgada atravessou seu abdômen.
— Ah…
O som saiu baixo.
Rouco.
A garganta seca.
Ela respirou fundo.
Ou tentou.
A dor veio de novo.
Não insuportável.
Mas prese