Quatro dias depois, o universo decidiu sorrir.
O sol iluminava o céu de um azul limpo.
Um vento frio atravessava o estacionamento do hospital, fazendo as árvores balançarem suavemente.
As folhas dançavam.
Era um dia bonito.
Dentro do quarto, Emma terminava de se arrumar para ir embora.
Ou pelo menos tentava.
— Aff… — resmungou, ajeitando o casaco. — Eu não aguentava mais ficar presa aqui.
Thiago, encostado na janela, sorriu.
— Você sabe que vai ter que seguir algumas regras.