Antes que eu pudesse perguntar qualquer coisa, o carro reduziu a velocidade e parou diante de um portão discreto, de ferro escuro. O letreiro metálico refletia a luz do fim da tarde.
Clube de Tiro de Sintra.
Eu quase engasguei com o ar.
— Betta?! — exclamei. — Nós estamos num… clube de tiro?!
Ela já descia do carro, ajustando o lenço no pescoço com a naturalidade de quem chega a uma cafeteria.
— Sim. — respondeu, fechando a porta. — E antes que pergunte, não, não é brincadeira.
Fiquei parada po