O almoço terminou sem que eu tivesse realmente sentido o gosto de nada.
As palavras continuavam ecoando na minha cabeça como peças soltas de um quebra-cabeça que se recusava a fechar. Rivalidades que não faziam sentido.
Quando deixamos a mesa, Lorenzo não perguntou nada. Apenas pousou a mão firme na minha lombar e me guiou pelo corredor, como se soubesse exatamente do que eu precisava antes mesmo de eu admitir.
— Vem cá — disse, baixo, quase íntimo.
Sentei na beira da cama e só então perceb