Mundo de ficçãoIniciar sessãoJá fazia alguns dias desde o último relatório da equipe de segurança, e eu tinha começado a acreditar — ingenuamente — que as coisas estavam se acalmando.
A rotina tinha voltado, mais ou menos, aos eixos: reuniões, relatórios, prazos e café…café demais.Mas, naquela tarde de sexta, Lorenzo entrou no escritório com aquele ar de quem trazia novidades que ninguém queria ouvir.Ele colocou o tablet sobre a mesa e girou a tela pra mim.— Marcos falou alguma coisa? — perguntei.— Não. Continua irredutível. — respondeu, firme. — Mas descobriram como ele entrou no prédio.Endireitei o corpo na cadeira.— Como assim?— Um crachá falso de prestador de serviço. — explicou, deslizando o dedo pela tela e ampliando a foto do documento.Pedro, que chegou logo atrás, parou encostado na mesa, soltou um assobio baixo.— Falso? Tipo falsificação de internet?— Coisa de profissional. — respondeu Lorenzo, deslizando o dedo na tela. — Empresa com CNPJ ativo, as






