Seus olhos brilharam, e o sorriso que surgiu no rosto dele foi lento, carregado de intenção.
— Que não seja por isso — murmurou, me erguendo com uma facilidade impressionante.
Entramos no quarto pela varanda, ainda com areia grudada nos pés. As malas já estavam ali, organizadas ao lado da cama, como se aquele espaço estivesse nos esperando desde sempre.
Ele me colocou sobre o colchão e me beijou de novo. Estávamos próximos demais, conscientes do que vinha a seguir.
Lorenzo se afastou só o su