Mundo de ficçãoIniciar sessãoA história Entre o Amor e o Preconceito, começa quando Elis, uma jovem negra, bonita, técnica de Laboratório independente. Perdeu a mãe aos dezoito anos, agora só tem seu pai e seus dois irmãos homens. Ela se apaixona por Baris, um homem mais velho, loiro de olhos azuis, médico ortopedista, rico, carismático que aparece de repente em sua vida. A trama gira em torno do amor dos dois e o preconceito da mãe de Baris. Os dois terão que se adaptar ao estilo de vida um do outro. Baris e Elis vão trava uma grande batalha para ficarem juntos.
Ler maisPerdão Dra Tereza se esforçou para falar com Elis de forma humilde, pois todas as vezes em que elas se falavam, Dra Tereza foi muito arrogante e preconceituosa. - Oi. - Dra Tereza pausou por alguns segundos e continuou. - Eu sei que foi você. - Dra Tereza, hesitou um pouco, mas continuou. - Que conseguiu reunir a família de novo. - Ela respirou fundo, sentindo como se as palavras estivessem presas em sua garganta. - Sei que pedir perdão não vai sarar as feridas que te causei. - Dra Tereza ponderou por alguns segundos e continuou. - Durante o tempo em que fiquei afastada de todos. - Dra Tereza respirou fundo e tentou engolir seu choro. - Eu refletir muito, na verdade... - Dra Tereza hesitou por uns segundos e continuou. - Eu deixei que meu preconceito me cegasse. - Dra Tereza forçou um sorriso para a neta, que observava a conversa sem entender do que a mãe e a avó estavam falando. - Eu me incomodei tanto com sua cor de pele. - Dra Tereza deu de ombro e sorriu triste. - Eu não conse
Novamente casados Dois anos e quatro meses depois, Baris e Elis estavam mais apaixonados e livres das maldades da mãe de Baris. Dra Tereza já havia cumprido com sua pena de dois anos em prisão domiciliar. A vida de todos tomou seus rumos, Verônica iniciou um relacionamento com um médico e estava se preparando para se casar. Mara também estava noiva de um fisioterapeuta e Kelly começou a namorar João, o irmão de Elis. Sr Cleiton resolveu assumir a namorada, que a alguns anos não tinha coragem de apresentar aos filhos. Lale continuou morando na Turquia e resolveu adotar uma criança, visto que seu marido é estéril e não podia ter filhos. Lucas e Patrícia estavam muito felizes com o quarto mês de gestação dos gêmeos. Dr Kemal continuava morando na fazenda, divorciado da esposa. Baris e Elis sempre visitavam ele e levavam Dilara para ficar com o avô. Em um final de semana, Baris e Elis estavam deitados no sofá da sala vendo um filme. Enquanto isso, a pequena Di
Acerto de Contas Depois do jantar, o casal colocou Dilara para dormir. Assim que a criança adormeceu, eles foram para o quarto do casal. Baris deitou ao lado de Elis com a cabeça apoiada na mão e ficou olhando para ela com cara de bobo.- Por que está me olhando assim? - Elis perguntou rindo da expressão de bobo do marido.- De uma coisa minha mãe sempre teve razão. - Baris se aproximou mais de Elis. - Você me enfeitiçou. - Antes de continuar, Baris soltou um suspiro apaixonado. - Porque eu me apaixono por você a cada dia. - Baris puxou Elis para um abraço. - Minha diabinha com cheiro de uva. - Baris beijou a ponta do nariz de Elis com um olhar apaixonado.- Eu também amo você a cada dia. - Elis falou completamente derretida nos braços do marido. - Meus olhos cor do céu. - Elis se declarou beijando o marido ternamente. Baris intensificou o beijo, eles se amaram intensamente e acabaram dormindo abraçados. Os dias se passavam, mas Baris não conseguia para
O desabafo de Débora Um dia, Baris estava no consultório atendendo um paciente. Assim que o mesmo saiu, Débora bateu na porta e entrou, ela foi ao Hospital falar com Baris. Baris já morava sozinho há dez anos, neste período, Debora estava com ele há quase nove anos. Depois de tudo o que aconteceu, a imagem de Debora ficou distorcida aos olhos de Baris. Debora precisava esclarecer aquela situação e limpar sua imagem. Aos olhos de Débora, Baris e Elis foram os melhores patrões que ela teve em toda a sua vida de doméstica. No início da sua carreira de doméstica, aos dezoito anos foi traumatizante. Débora trabalhou por três anos, com uma família, que o filho mais velho do casal, tentou por várias vezes abusar dela. Mas Débora não se importava, pois sua vida no interior da Bahia era muito mais difícil. Em sua casa no interior, seu padrasto abusou dela por dez anos. No momento em que sua mãe descobriu os abusos, se separou do marido. A mãe de Débora enviou ela





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