A caminhada parecia interminável.
Cada passo era um peso que se acumulava sobre os meus ombros, e eu só conseguia olhar para Isaías à minha frente.
Ele caminhava com uma expressão fechada, seus ombros caídos, como se o peso do mundo estivesse sobre ele, mas ele não dizia uma palavra.
A poeira da estrada subia em pequenos redemoinhos, e eu sentia o calor do sol sobre minha pele, ainda quente e sufocante.
Aquele lugar, aquele caminho, não parecia real.
O som d