Era uma manhã como qualquer outra, ou pelo menos, eu pensei que seria.
Eu estava na minha pequena cozinha, preparando um café forte, meus pensamentos ainda sobre a tela que estava finalizando.
Cada pincelada era um convite para o desconhecido, uma dança entre a luz e as sombras que eu estava começando a entender.
A arte me consumia, mas de uma forma que eu gostava.
Era como se eu tivesse encontrado uma linguagem secreta, um código que só eu sabia decifrar.
Eu