O dia havia sido longo, mas finalmente, após muita correria e gargalhadas, as crianças estavam todas na cama, dormindo profundamente.
O quintal estava silencioso, iluminado pela luz suave da lua e por algumas lanternas que Charles havia pendurado quando veio morar com minha amiga Luana.
Ali, naquela calmaria, sentada em uma espreguiçadeira, eu podia respirar fundo e deixar os pensamentos vagarem.
Charles apareceu com duas canecas fumegantes.
— Achei que você ia gostar de um chá. Ou é café