42. O retorno de Isadora
O gosto amargo da bebida já não lhe causava efeito algum. Ele havia tomado uma, duas, três doses, mas a culpa que lhe corroía o peito continuava latejando dentro dele como uma ferida aberta.
Eduardo tinha ido embora.
Seu irmão, aquele que sempre carregara o peso do nome Vieira de Sá com orgulho, partira sem dizer uma palavra.
Max sentia o peso dessa escolha como se carregasse uma pedra amarrada ao peito. Ele sabia o motivo. Sabia que Eduardo se fora por sua causa.
Por Cecília.
E, aind