A manhã começou com o som habitual de e-mails chegando, mas entre tantos alertas, havia uma mensagem que destoava.
Assunto simples: “Podemos conversar?”
Remetente: Clarice Azevedo.
Rafael demorou alguns segundos antes de abrir.
O nome parecia ecoar de outra vida.
Ela tinha sido seu primeiro amor adulto, o tipo de relacionamento que, na época, parecia certo demais pra durar.
Eles se conheceram na faculdade de Administração, cresceram juntos profissionalmente, mas divergiram na alma:
ela queria o