Capítulo 43 — Entre o Pulso e o Silêncio
O som do sistema reiniciando era baixo.
Constante.
Quase reconfortante.
Mas ninguém ali relaxou.
A sala de controle secundária parecia… limpa demais agora. As telas exibiam apenas processos básicos de inicialização, sem interferência, sem sobreposição.
Sem presença visível.
E, ainda assim—
Kendra sentia.
Fraco.
Distante.
Mas ali.
Ela manteve os olhos fixos na interface central, como se esperar mais alguma mensagem pudesse mudar o que já sabia.
Não mudou.