O corredor do dormitório estava silencioso demais para uma tarde comum em Yale. Havia algo de mágico naquele silêncio, como se o tempo tivesse feito uma pausa só para me deixar perceber que alguma coisa estava prestes a acontecer. A luz que atravessava as janelas altas tinha um dourado hesitante, não era exatamente luz de meio-dia, nem de entardecer — era um entretempo suave, suspenso, como se o sol estivesse indeciso entre ficar e partir. E eu me sentia assim também: suspensa, flutuando entre