Jonas ficou diante da cômoda por um tempo, ainda processando tudo o que havia visto até então. A lembrança da mulher da caverna, o chapéu que remetia ao Pesador, e agora, as cartas e fotos dos moradores que pareciam todos, de alguma forma, conectados ao mesmo segredo antigo.
Ele abriu a segunda gaveta, mais apertada, cheia de papéis amarelados. Entre contas antigas e recortes de jornal, achou um envelope com três nomes escritos à mão — uma caligrafia nervosa, quase tremida:
"Marília Ramos, Guil