Leo acabava de olhar e, dentro, não havia ninguém. Naturalmente, também não haveria perigo. Tomás os conhecia havia pouco tempo, e já era algo bom que estivesse disposto a deixá-los ajudar. Era normal que ele tivesse um pouco de cautela. Se tentassem forçar Tomás a abrir o coração para eles, talvez causasse o efeito contrário.
Ana sentiu a mão de Leo, transmitindo-lhe calor, e conseguiu se acalmar, forçando um leve sorriso.
- Está bem, Tomás, vá então. Nós vamos esperar por você aqui fora. Se pr