Ana estava sentada à entrada da emergência, com o olhar perdido na dança das luzes, oscilando entre claro e escuro, uma sensação de desorientação emergindo dela.
Enquanto seu corpo lentamente se entregava ao torpor, Bruno e Rafaela foram os primeiros a chegar.
Ao ver Ana, ressentimentos antigos e recentes irromperam em Rafaela, que avançou e desferiu um tapa contra Ana.
Esse golpe, impulsionado por toda a força que Rafaela conseguia reunir, fez Ana cambalear para trás.
- É culpa sua, não é?