Deixei Isabella com a mãe e saí do quarto em silêncio. Aquele era um momento que pertencia apenas às duas. Lia me esperava no corredor, com o olhar cansado e as mãos repousadas sobre a barriga. Fiz um sinal para que me acompanhasse. Caminhamos até o carro e seguimos alguns quarteirões adiante, em busca de um café tranquilo. O ar frio da manhã italiana batia no rosto e, por um instante, o silêncio entre nós pareceu dizer mais do que qualquer palavra. Eu sabia que Ella precisava desse tempo com a