Voltamos para o bangalô no silêncio confortável de quem já sabe que a noite ainda estava longe de terminar.
Ella andava à minha frente, cantarolando, alegre e feliz. E eu não sabia se me orgulhava mais de tê-la ao meu lado… ou se precisava de um calmante para lidar com o ciúme que ainda queimava no meu peito.
Quando a porta se fechou atrás de nós, daquela vez sem pressa, apenas cúmplice, deixei a garrafa de vinho sobre a mesa.
“Você vai beber comigo.”
ELLA: É uma ordem?
“É necessidade. Va