Eduardo acendeu a última vela da sala de estar e ajeitou a vitrola, deixando uma melodia suave preencher o ambiente. Cada detalhe daquela noite havia sido pensado minuciosamente. Não havia espaço para erros.
Sophia entrou sorridente, com um brilho quase febril nos olhos. O vinho havia lhe dado um rubor discreto, os ombros relaxados, a língua solta. Para ela, aquele momento era a prova de que finalmente conquistara de volta o homem que sempre acreditou ser seu.
Isso me lembra os velhos tempos