Eduardo estava sentado em uma cafeteria anexa ao Instituto de Arte Contemporânea, esperando um investidor francês que atrasara. A música ambiente suave se misturava ao som dos talheres e do cappuccino sendo servido.
Então, algo tocou seus ouvidos.
Um arranjo de cordas. Violino. Piano discreto. Uma composição elegante, melancólica e... profunda.
Ele parou de digitar no celular.
A música o atingiu de forma estranha. Havia uma beleza nostálgica ali, como se cada nota dissesse algo que ele