Eu te amo.
Lorena não sabia se foi o poder daquelas palavras ou o álcool que queimava leve nas veias, soltando os nós que ela mesma tinha amarrado. A mente, que sempre a protegia com lembranças e alertas, agora estava em silêncio. Só existia ele. Só existia aquele momento.
Lorena não pensou.
Apenas se rendeu.
Seus lábios tocaram os dele como quem se atira de um abismo, sem rede, sem certeza, sem volta. O toque foi leve no primeiro instante, quase um pedido de permissão. Mas Dante respondeu como