O hotel ficava na região central, o grande movimento das ruas o tornava discreto, o suficiente para que ninguém reparasse na entrada ou saída de seus hóspedes. Rafael escolheu a dedo não podia arriscar ser visto naquele momento.
O quarto era amplo, iluminado por uma luz fria que vinha da janela. Ele estava de pé, os braços cruzados, o olhar fixo na porta.
Ela chegou atrasada.
A porta se abriu uns vinte minutos depois do combinado.
Uma mulher entrou, jovem, talvez trinta anos, o cabelo preso em