Isabela não reduziu a velocidade.
Só depois de algumas quadras, quando já tinha se afastado o suficiente, ela percebeu o quanto estava tensa. As mãos ainda firmes no volante, os olhos atentos a cada carro no retrovisor.
Nada parecia fora do normal.
Mas isso já não significava segurança.
Ela mudou de rota duas vezes, entrou em ruas menos movimentadas e só então diminuiu o ritmo. Precisava pensar, mas sem se expor.
O celular vibrou no banco ao lado.
Ela não olhou imediatamente.
Esperou alguns seg