Isabela chegou antes.
Não por cautela.
Por controle.
Ela sempre preferiu chegar primeiro, observar o ambiente, entender as saídas, identificar o que não estava óbvio. Era instinto. Era sobrevivência.
Estacionou a alguns metros do ponto marcado. O lugar não era abandonado, mas também não era movimentado. Um prédio antigo, com uma fachada neutra demais para chamar atenção.
Perfeito para quem não queria ser visto.
Ela não saiu do carro imediatamente.
Observou.
Cinco minutos.
Nada.
Dez.
Ainda nada.