O relâmpago azul-escuro estourou no céu, e a chuva torrencial caiu, como se fosse inundar toda a cidade.
Cipriano olhava fixamente pela janela até o chão, com as sobrancelhas franzidas.
Saulo abriu a porta e entrou, colocando a comida na mesa à sua frente.
— Coma algo.
Cipriano levantou os olhos e perguntou:
— E ela?
Saulo sabia de quem ele estava falando. Sentou-se no sofá à sua frente e, de forma indiferente, respondeu:
— Foi embora.
O olhar de Cipriano se apagou.
Saulo disse mais uma coisa:
—