A mensagem piscava no visor do celular como um aviso silencioso: “Se quiser saber quem realmente está por trás de tudo, venha sozinha.” Junto, um arquivo de áudio curto e uma localização marcada em um galpão industrial na zona norte de São Paulo.
Isadora leu e releu a mensagem. O áudio era uma distorção metálica, uma voz irreconhecível que dizia:
“Você chegou longe demais. Está perto da verdade. Mas cuidado, há mais em jogo do que imagina.”
O frio que percorreu sua espinha não era só medo — era