Daniel estava sentado diante do computador havia horas. Três telas abertas iluminavam o pequeno quarto do apartamento, espalhando uma luz azulada sobre as paredes. Linhas de código, imagens de câmeras e arquivos abertos ocupavam quase todo o espaço da mesa. Ele esfregou o rosto com as mãos, cansado. Quanto mais cavava, menos encontrava. Era como se alguém tivesse apagado todos os rastros possíveis.
O silêncio do apartamento foi quebrado por três batidas secas na porta.
Daniel franziu a testa. N