Valentina quase não dormiu naquela noite. A cabeça não parava de trabalhar, como se cada pensamento abrisse um novo caminho dentro de um tabuleiro invisível. A adrenalina ainda corria nas veias, mas o mais estranho não era isso. O que realmente a intrigava era a ausência de medo. Marcelo tinha tentado intimidá-la, tinha mandado homens, tiros e explosões como um aviso claro de guerra… e ainda assim, ela não sentia nada além de uma frieza quase confortável.
Parou diante do espelho do quarto e obs