Fiquei parada do outro lado da porta, ouvindo.
— Melinda… abre. Eu sei que você está aí. Por favor, precisamos conversar.
A voz do Joseph vinha com insistência que, em outro momento, talvez me desmontasse. As batidas continuaram, firmes, ritmadas, como se ele estivesse tentando acompanhar o próprio controle.
Fechei os olhos por um segundo e respirei fundo.
— Vai embora, Joseph.
O silêncio que veio depois foi curto, mas pesado o suficiente para me fazer imaginar a expressão dele do