A raiva fervia dentro de mim, quase incontrolável. Mark apertou meu braço, tentando impedir que eu agisse por impulso.
– Karl, não pode fazer isso. Não adianta resolver isso com violência – ele insistiu.
– Se você não me segurar, eu mato duas pessoas ainda hoje – rosnei.
Mark fez um gesto para um dos guardas presentes.
– Precisamos de um avião para o hospital imediatamente. As forças armadas e as forças especiais vão nos acompanhar até Windsor.
Eu o olhei, grato pelo apoio inabalável.
– Obrigad