Isabela estava deitada sobre o colchão firme, ainda envolta por uma névoa morna de prazer e submissão. O corpo, embora exausto, vibrava com uma nova energia — como se tudo até ali tivesse sido apenas um prelúdio.
Zayn não tinha pressa.
Ajoelhou-se ao lado dela, estudando cada detalhe de sua forma nua como quem contempla uma escultura viva, criada pelos deuses apenas para sua devoção.
— Amalî... agora, você vai conhecer o que os poetas do deserto chamam de fogo lento da eternidade. — Sua voz soo