O sol de Al-Qadar ainda não havia alcançado todo o céu quando Lasmih abriu com cuidado a porta do quarto de Isabela. O aroma suave de rosas pairava no ar, e o silêncio era interrompido apenas pela respiração tranquila da jovem adormecida.
— Shamsî... — sussurrou Lasmih com ternura, aproximando-se da cama.
Isabela resmungou, afundando o rosto no travesseiro.
— É sábado... não tem expediente, Lasmih. Vai embora. — A voz veio abafada, sonolenta.
— Não tem expediente, mas tem jantar... — respondeu