O tempo passava de forma lenta e silenciosa na suíte de Zayn Al-Rashid. O aroma amadeirado dos sais ainda pairava no ar, mesclando-se ao frescor da noite que entrava pelas janelas entreabertas. A banheira agora estava vazia, a água havia sido drenada há mais de uma hora. O Sheik permanecia sentado à escrivaninha, os dedos entrelaçados sobre os papéis, a mente inquieta — mas o rosto sereno, como se estivesse em paz.
Ele não olhava o relógio. Não precisava.
Sabia que ela viria.
Sabia porque recon