O sol já estava alto, filtrando-se pelas cortinas claras da sala e pintando o chão com manchas douradas que se moviam conforme a brisa. O som de água espirrando vinha do quintal, acompanhado de gargalhadas que cortavam o silêncio preguiçoso daquela manhã.
Isabela parou na porta envidraçada, abraçando a xícara de chá quente como quem segura um pedaço de conforto. No quintal, Enzo subia correndo pela escadinha da piscina e se jogava de novo na água, como se estivesse disputando uma prova contra e