A madrugada caiu sobre Al-Qadar sem alarde.
Na superfície, tudo parecia como sempre. A cidade dormia. Os servidores da Al-Rashid Enterprises giravam silenciosos. O palácio permanecia em vigília constante.
Mas, no subsolo do poder, a caçada já havia começado.
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03:37 da manhã.
Em um apartamento luxuoso da zona leste da capital, Mira Hassan acordou com batidas secas e firmes na porta.
— Quem…? — murmurou, ainda sonolenta.
Ao abrir, deparou-se com três agentes uniformizados. Sem brasão visível.