Zayn permaneceu mais alguns minutos com Isabela entre suas pernas na banheira, os dedos ainda desenhando círculos lentos sobre sua pele molhada. O silêncio ali era denso e íntimo. Ela repousava a cabeça em seu ombro, os olhos semicerrados, como se não quisesse que aquele instante escapasse.
Então ele a beijou na nuca, subindo até sua orelha.
— Levante os braços, Amalî.
Ela obedeceu, e com uma toalha felpuda ao alcance, ele a envolveu, erguendo-a com facilidade. A água escorreu em filetes quentes pelas curvas dela, pingando no chão de mármore do banheiro. Zayn a colocou de pé, mas não a soltou. Usou outra toalha para secar cada parte de seu corpo com lentidão quase cerimonial.
Secou seus cabelos, suas costas, o ventre, as coxas. Quando chegou aos pés, ajoelhou-se diante dela, secando-os com cuidado e, em seguida, beijou o peito de seu tornozelo.
— Hoje você pertence à cama do Dom, minha Amalî.
Ela estremeceu com o timbre daquela voz. Era uma promessa.
Zayn se ergueu, pegou a prZayn se