O dia avançou sob uma calma desconfiada.
A mansão parecia funcionar como sempre: seguranças nos pontos certos, Yuri coordenando comunicações, Lia alternando entre o tablet e o telefone como se estivesse jogando xadrez com o mundo. Mas por dentro, tudo estava em alerta.
Mateo observava Ayla da porta do escritório.
Ela estava sentada no sofá, pernas recolhidas, uma xícara de chá entre as mãos. O rosto ainda tinha aquele tom delicado de quem não estava cem por cento — mas os olhos… os olhos estava